As impressoras térmicas não são novidade para os setores que utilizam etiquetas e marcações com frequência. Amplamente utilizadas no comércio e nas indústrias, estão disponíveis em diversos modelos, desde os portáteis, até os de grande porte. Independente do tipo, as vantagens de usar esses equipamentos no lugar dos tradicionais são muitas:

• são muito mais rápidos que os convencionais, além de mais silenciosos;
• reduzem, significativamente, os gastos que envolvem o processo;
• as impressoras térmicas são mais fáceis de manusear;
• têm fácil manutenção e pouca incidência de quebra.

Entretanto, a transferência térmica é um dos tipos de impressão disponível. Ela apresenta algumas poucas desvantagens, como a aplicação limitada a duas cores dependendo do modelo. Mas, antes de nos aprofundarmos nas impressoras, em si, é importante saber como essa tecnologia funciona. Acompanhe e saiba mais!

Transferência térmica x térmica direta: quais as diferenças?

As impressoras por transferência térmica são, na verdade, uma evolução das chamadas térmicas diretas pois imprimem tanto no formato térmico direto como por transferência térmica. A impressão térmica direta funciona por meio de um papel tratado quimicamente que reage à temperatura dos cabeçotes. Assim, esse equipamento precisa de apenas dois elementos para imprimir notas fiscais, tíquetes, comprovantes e recibos: a impressora e o papel especial. Como você pôde perceber pelos exemplos citados, ela é ideal para aplicações de curto período. Outro problema, para alguns, é que as opções de papel limitam a sua utilização.

A impressora de transferência térmica, por sua vez, realiza impressões resistentes. Como a tecnologia de marcação não está no papel utilizado, mas no ribbon (que iremos explicar a seguir), permite imprimir em diversas superfícies, como adesivos, cartões e, até, tecidos rugosos. Esse equipamento necessita, portanto, de três itens para funcionar: impressora, base (a superfície que será marcada) e o ribbon.

Como funciona a impressão por transferência térmica?

Antes de mais nada, você precisa entender o que é o ribbon, certo? Ele é uma parte fundamental da impressora e funciona como os clássicos papéis de carbono. Também chamados de fitas térmicas, são uma espécie de tinta sólida e podem ser feitos de cera, resina ou mistos e a escolha depende da aplicação.

O funcionamento de uma impressora de transferência térmica é simples. A cabeça de impressão é previamente aquecida e entra em contato com ribbon. Este, então, se descola nos locais aquecidos e se fixa na base.

Entretanto, esses equipamentos se dividem em duas categorias, a depender da localização do cabeçote de impressão:

cabecote-flat-convencional

• Flat tradicional: como explicado acima, a tinta sólida é aquecida e transferida para a base, com maior ou menor aderência (dependendo da superfície).
cabecote-near-edge

• Near-edge: neste modelo, o contato entre cabeçote, ribbon e base acontece muito mais rápido, o que possibilita mais agilidade de impressão. O retorno da tinta ao estado sólido também é mais rápida. Isso porque a velocidade de impressão é muito maior por estar localizada, normalmente na linha de produção, imprimindo diretamente na embalagem flexível.

Agora que você já sabe como funciona a impressão por transferência térmica, continue acompanhando nosso blog para mais dicas técnicas e informações sobre esses produtos. Siga-nos também no LinkedIn e no YouTube.