A tecnologia RFID é um método de identificação capaz de agilizar processos, minimizar erros e trazer segurança para empresas. Assim, suas aplicações são variadas e atendem negócios de todos os tamanhos. No artigo de hoje, entenda um pouco mais sobre essa inteligência aplicada às etiquetas e por que usar ribbons de qualidade é tão importante. Acompanhe!

Conheça os ribbons

Ribbons são fitas utilizadas na impressão por transferência térmica. São feitos de vários materiais, cada um com um uso específico. O de cera, por exemplo, é bastante utilizado em bases porosas, como o papel couchê. Já o de resina, que é mais resistente, é voltado para a indústria alimentícia, automotiva, produtos para hospitais e laboratórios. Se você quer saber de outras aplicações para os ribbons, leia o nosso texto!

Saiba como surgiu a tecnologia RFID

A etiqueta RFID (Radio Frequency Identification) é uma das mais avançadas no mercado, porém, a sua criação vem da Segunda Guerra Mundial. Naquela época, havia a necessidade de distinguir, a distância, se os aviões eram de inimigos ou aliados. Portanto, Sir Robert Alexander Watson-Watt desenvolveu um identificador de aeronaves inglesas que transmitia sinais de rádio, os quais eram recebidos pela base.

Nas décadas de 1950 e 1960, os cientistas perceberam que poderiam usar a descoberta também na identificação de objetos. Já em 1980, os estudiosos criaram códigos padronizados que pudessem ser utilizados no reconhecimento e localização desses objetos. Por utilizar a radiofrequência, que é lida mesmo com distanciamento, percebeu-se que o RFID agrega tecnologia aos processos e pode ser usado em conjunto com o código de barra.

Entenda o funcionamento da etiqueta RFID

Como foi dito, RFID é a sigla de Radio Frequency Identification, que significa identificação por radiofrequência. Por isso, as etiquetas produzidas com essa tecnologia são capazes de reconhecer produtos sem que haja proximidade entre o equipamento e o item. Enquanto o leitor de código de barras precisa que o feixe luz esteja em frente à etiqueta, sem barreiras físicas, o RFID dá acesso às informações remotamente.

Assim, os processos logísticos, de segurança e monitoramento de mercadorias tornam-se mais ágeis e confiáveis. Então, quando os itens estão dentro de uma caixa, por exemplo, não é preciso abri-la para conferir as quantidades.

Veja os tipos de etiqueta RFID

As etiquetas passivas não emitem sinal de rádio, apenas respondem ao que foi enviado pelos leitores. Além disso, suas informações vêm gravadas de fábrica. Isso dificulta o aproveitamento. Já as ativas contam com uma bateria interna. Ela emite sinal que permite leitura a distâncias maiores. Seu custo é maior, porém, ela é capaz de armazenar mais informações e ser reutilizada.

Aplicações para etiquetas RFID

Como dito no início do texto, esse código tem emprego variado. Por isso, as etiquetas desse tipo têm utilidade em diversos nichos e, dentro da mesma empresa, em setores diferentes. Veja alguns exemplos:

  • identificação de livros em bibliotecas;
  • pedágio com liberação automática;
  • diminuição de erros em inventário;
  • celeridade no processo de venda;
  • prevenção de furtos de produtos;
  • controle de estoque.

Conheça a dupla imbatível de RFID e ribbons IIMAK

Toda essa tecnologia fica inviabilizada quando não é  utilizada da forma correta. É importante que a etiqueta seja produzida com materiais de qualidade, para que não haja erros de leitura ou estrago ao próprio rótulo. Para isso, a IIMAK tem ribbons com composição antiestática, que proporciona excelente durabilidade e imagens nítidas em bases diferentes.

Além disso, são ribbons que seguem rigorosos padrões de produção, que levam em conta normas ambientais da União Europeia como o REACH (Registration, Evaluation, Authorisation and Restriction of Chemicals) e RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Elas regulamentam a fabricação de produtos e equipamentos com substâncias químicas consideradas de alto risco.

Já que falamos em ribbons e impressão de etiquetas, que tal saber como evitar as falhas de produção mais comuns? Leia o artigo!